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Guia de Campos do Jordão foi o destaque desse inverno O produto existe desde 1985.
O Guia é um presente de boas-vindas para quem chega a Campos do Jordão e hoje é tão famoso quanto o colar de flores que o turista recebe no Havaí ou a fitinha do Senhor do Bonfim na Bahia.
"Em que outro lugar do Brasil você é recebido assim, com um guia tão completo?", pergunta o editor Ricardo Castelfranchi. Foi ele o idealizador do Guia, que chega agora à sua 50ª edição. Apaixonado por artes gráficas, Ricardo sempre acreditou que toda publicação deve oferecer o máximo de informações úteis ao leitor. "É preciso aproveitar o espaço do papel". O produto, como se vê, nasceu dessa obstinação.
Desde 1985, Ricardo reuniu alguns empresários de Campos do Jordão para fazer a publicação, que começou como um jornal tablóide em preto e branco. Os rodalados, as coluninhas de endereços que acompanham cada página, foram logo um sucesso adotado no dia-a-dia dos próprios moradores, tornando-se as páginas amarelas de Campos do Jordão. Antes disso, conta Ricardo, "cada um tinha seu próprio folheto que acabava sujando as ruas e, portanto, indo contra tudo que Campos evocava".
Nesses 20 anos, o Guia mudou de cara algumas vezes, cresceu, diversificou as reportagens, ficou mais bonito, prático e completo. Durante todo esse tempo, porém, seu principal objetivo manteve-se o mesmo: fazer com que o visitante aproveite tudo o que Campos do Jordão tem de melhor a oferecer.
Todos têm a oportunidade de receber, logo na entrada da cidade, este Guia, com mais de 1000 endereços úteis da estância, atualizados constantemente. São dicas de hospedagem, lazer e compras para todos os gostos. Atrações e serviços capazes de surpreender até mesmo os jordanenses mais apaixonados pela cidade.
Ricardo conta que o Guia , depois de 15 anos de existência, já tinha adquirido um nível de qualidade e maturidade suficientes e que havia, portanto, chegado o momento de ir para o resto do País através das bancas. "Não foi tão fácil quanto eu pensei, pois a Chinaglia não via como encaixar o Guia no seu mix de revistas". Resumindo: foram quatro longos anos de insistência até que chegou o grande dia "de ter a honra e a felicidade de ter o meu Guia distribuído pela Fernando Chinaglia e estar colocando a cidade que tanto amo nas melhores bancas do Brasil. E completa aliviado: "demorou, mas valeu a pena".
Aos poucos, a publicação cresceu e ganhou não apenas mais qualidade como também o reconhecimento da cidade, que em 2002 homenageou Ricardo Castelfranchi com o Título de Cidadão Jordanense.
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